Raíces Fortalecidas

Inmovilidad sertaneja y protección social en el Semiárido Septentrional

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.20947/S0102-3098a0325%20

Palabras clave:

Inmovilidad, Resiliencia, Programas Sociales, Cisternas, Semiárido

Resumen

Este estudio investiga cómo la ampliación de la capacidad adaptativa, promovida por el acceso a programas sociales, especialmente al Programa Cisternas, se asocia con la permanencia de la población en el Semiárido Septentrional. El análisis utiliza como principal fuente de datos la Cohorte de los 100 Millones de Brasileños(as), derivada del CadÚnico, que reúne información sociodemográfica y económica de familias en situación de vulnerabilidad inscritas en programas sociales. Los hallazgos evidencian que la permanencia de la población sertaneja en su tierra natal no puede comprenderse únicamente desde una lógica económica, sino que resulta de procesos sociales más amplios de arraigo y pertenencia, donde la presencia del Estado ejerce una influencia significativa mediante políticas de protección social. En particular, se destaca el efecto sinérgico entre los programas Cisternas y Bolsa Familia, cuya combinación no solo contribuye a la adaptación a las condiciones adversas del clima semiárido, sino que también fortalece los vínculos comunitarios, la autonomía de las familias y la resiliencia socioeconómica local. Se trata, por lo tanto, de una inmovilidad que no parece ser impuesta por la falta de alternativas, sino posiblemente elegida a partir de la ampliación de capacidades y de la dignidad cotidiana proporcionadas por políticas públicas articuladas y adaptadas a la realidad local.

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Biografía del autor/a

Paulo Victor Maciel da Costa, Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (CIDACS/Fiocruz-BA)

Paulo Victor Maciel da Costa é doutor em Demografia pelo Programa de Pós-Graduação em Demografia (PPGDem) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Pesquisador associado no Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz-Bahia).

Ricardo Ojima, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Ricardo Ojima é professor associado do Departamento de Demografia e Ciências Atuariais (DDCA) e membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Demografia (PPGDEM), ambos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Centro de Ciências Exatas e da Terra.

Andrêa Jacqueline Fortes Ferreira, Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (CIDACS/Fiocruz-BA)

Andrêa Jacqueline Fortes Ferreira é doutora em Saúde Pública pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Pesquisadora sênior da Associação de Pesquisa Iyaleta - Pesquisa, Ciências e Humanidades e pesquisadora associada do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia).

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» https://doi.org/10.5751/ES-11318-240431

Publicado

2026-08-17

Cómo citar

Maciel da Costa, P. V., Ojima, R., & Fortes Ferreira, A. J. (2026). Raíces Fortalecidas: Inmovilidad sertaneja y protección social en el Semiárido Septentrional. Revista Brasileira De Estudos De População, 43. https://doi.org/10.20947/S0102-3098a0325

Número

Sección

Artigos originais