Tendências da mortalidade por atropelamentos e colisões de trânsito na Argentina entre 2000-2002 e 2009-2011

Gabriel Escanés

Resumo


O artigo analisa a mortalidade viária, com o objetivo de medir o impacto que tiveram as mortes por atropelamentos e colisões de trânsito na esperança de vida dos argentinos, entre os triênios 2000-2002 e 2009-2011. Foi utilizado o índice de anos de vida perdidos, que serviu para estabelecer o número de anos que deveriam ter vivido as pessoas que morreram devido a lesões causadas ao transitar nas vias públicas, seja como pedestres, ciclistas, motociclistas ou ocupantes de veículos a motor. Os registros da população por idade e sexo foram obtidos dos dois últimos censos nacionais correspondentes a 2001 e 2010. As informações sobre as causas de morte, sexo e idade dos falecidos foram obtidas a partir dos bancos de dados do Dirección de Estadísticas e Información en Salud (DEIS). Os principais resultados indicam que, no período 2000-2002, a população Argentina perdeu 0,59 ano (sete meses) de esperança de vida – entre o nascimento e os 80 anos – como consequência de resultado de mortes no espaço viário, enquanto este número alcançou uma perda de 0,66 ano (oito meses) para o triênio 2009-2011.

DOI http://dx.doi.org/10.1590/S0102-30982015000000004


Palavras-chave


Colisões; Trânsito; Atropelamento; Esperança de vida; Mortalidade

Texto completo:

PDF (Español (España))

Apontamentos

  • Não há apontamentos.



Revista Brasileira de Estudos de População, ISSN 0102-3098 (Impresso) e ISSN 1980-5519 (on-line) 

E-mail: editora@rebep.org.br e secretaria@rebep.org.br 

Financiadores:

 

        

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia